Capa da última edição, lançada pelos 50 anos da morte do escritor, 2003, Ed. Record Capa da primeira edição brasileira,
1938, José Olympio Editora
Capa de edição portuguesa,
1965, Portugália Editoria
Capa de edição italiana, 1961, Nuova Accademia Editrice Capa de edição holandesa, 1998, Coppens & Frenks Capa de edição norte-americana,
1965, University of Texas Press
Capa de edição italiana, 1993, Biblioteca del Vascello Capa de edição argentina, 1958, Capricornio Capa de edição portuguesa, 1991, Editorial Caminho
Capa de edição italiana, 1963, Nuova Accademia Editrice Capa de edição alemã, 1966, Horst Erdmann Verlag Capa de edição portuguesa, 1983, Publicações Europa-América
Capa de edição tcheca, 1959, Krásné Literatury Capa de edição turca, 1985, Can Yayinlari Capa de edição holandesa, 1981, Het Wereldvenster
Capa de edição húngara, 1967, Európa Könyvkiadó Capa de edição espanhola, 1974, Espaza-Calpe S.A. Capa de edição norte-americana,
sem data
 
  Capa de edição argentina, sem data, Editorial Futuro Capa de Floriano Teixeira, para edição brasileira,
sem data, Ed. Record
 
     
 
Ilustração de Marcelo Grasmann Ilustração de Marcelo Grasmann
Ilustração de Marcelo Grasmann Cartaz do filme Vidas Secas
de Nelson Pereira dos Santos
 

Lançado originalmente em 1938, é o romance em que o mestre Graciliano — tão meticuloso que chegava a comparecer à gráfica no momento em que o livro entrava no prelo, para checar se a revisão não haveria interferido em seu texto — alcança o máximo da expressão que vinha buscando em sua prosa. O que impulsiona os personagens é a seca, áspera e cruel, e paradoxalmente a ligação telúrica, afetiva, que expõe naqueles seres em retirada, à procura de meios de sobrevivência e um futuro.

Observações: Em 1962, Vidas Secas recebeu o Prêmio da Fundação William Faulkner (EUA) como livro representativo da Literatura Brasileira Contemporânea.

1ª Edição: 1938
Gênero: Romance
Última edição brasileira: 108ª (2008)

 

Editado também
na Argentina, desde 1958
na Polônia, desde 1950
na República Tcheca, desde 1959
na Rússia, desde 1961
na Itália, desde 1961
em Portugal, desde 1962
nos Estados Unidos, desde 1965
em Cuba, desde 1964
na França, desde 1964
na Alemanha, desde 1965
na Dinamarca, desde 1966
na Romênia, desde 1966
na Hungria, desde 1967
na Bulgária, desde 1969
em Flamengo, desde 1971
na Espanha, desde 1974
na Turquia, desde 1985
na Suécia, desde 1993
na Holanda, desde 1998